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Em agosto de 2019, a revista European Journal of Preventive Cardiology publicou uma revisão ahead-of-print sobre os mecanismos bioquímicos associados aos novos fatores de risco relacionados ao estilo de vida. E é claro que a prática de atividade física não poderia estar fora desta discussão.



Nesta revisão, os autores destacam os efeitos da atividade física na alteração do tecido adiposo branco e marrom, no fenótipo da musculatura esquelética e no conjunto de proteínas expressas e secretadas no meio extracelular.



A atividade física, e em particular o exercício resistido, afeta a composição corporal, levando a um estado anti-inflamatório e anti-aterogênico. Além disso, uma melhora da função endotelial, manutenção da estabilização de placas ateroscleróticas e melhora do equilíbrio do sistema nervoso autônomo também são mecanismos de ação da atividade física descritos na literatura.



A realização de 150 minutos por semana de atividade física de média intensidade está associada a uma redução de 15% do risco de doença arterial coronariana e um aumento de 4,5 anos na expectativa de vida. E mesmo quantidades menores de atividade física possuem desfechos benéficos. Até mesmo uma quantidade pequena como 15 minutos por dia de atividade física de média intensidade, está associada a redução de 14% do risco de morte por todas as causas e um aumento de 3,5 anos na expectativa de vida.




 


 




Para ler o artigo na íntegra, basta acessar o link abaixo:




 





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